momentos do ano no cinema

imagem_cinema

Para a última coluna de cinema do ano, resolvi fazer uma mini-retrospectiva de 2013. Mas não uma lista de melhores do ano. O Guilherme já publicou a dele; ainda pretendo escrever a minha. Em vez disso, apresento uma pequena seleção de momentos, personagens e cenas inesquecíveis do ano. Alguns estão inseridos em filmes excelentes; outros, em bombas de pretensão (estou olhando para você, Só Deus Perdoa). Todos, entretanto, deixaram sua marca no meu ano cinematográfico. Espero que pelo menos alguns deles tenham tocado, também, você que está lendo esse post.

O magnífico Smaug dizendo, de forma sedutora, sorrateira e assustadora: “Não seja tímido… Venha para a luz” em O Hobbit: A Desolação de Smaug (na verdade todas as cenas com Smaug merecem ser citadas. Eis o dragão mais incrível da história do cinema!).

A última cena de Capitão Phillips. É o melhor final do ano, o mais emocionante e devastador – e talvez o momento mais incrível da carreira de Tom Hanks.

captainphillips

Anne Hathaway cantando “I Dreamed a Dream” em Les Misérables, unindo admiradores e detratores do filme (e papando um Oscar):

A cena final de Gloria, quando a música-título (famosa na voz de Laura Branigan) finalmente surge para ilustrar um daqueles momentos que todos nós já tivemos: uma catarse numa pista de dança. (Espero muito que Gloria, um filme chileno maravilhoso, passe logo no Brasil)

gloria

Essa cena de Entre o Amor e a Paixão (tradução horrenda para Take This Waltz) envolvendo uma jovem mulher casada, um vizinho, um parque de diversões e muita tensão sexual – a fantasia, aqueles momentos em que parecemos viver num sonho, para num instante a vida real ressurgir, desbotada e fria.

O momento de Gravidade em que Sandra Bullock captura uma transmissão vinda da Terra – com a adição de um cachorro, um bebê, e torrentes de sentimentos.

gravity

O Grande Gatsby em si impressionando sua amada Daisy – e seu melhor amigo Nick, e também a plateia – com sua mansão nababesca e todos os luxos do mundo. A canção “Young and Beautiful” de Lana del Rey é perfeita para a cena: tanto música quanto imagens podem ser interpretadas como belas, melancólicas ou fúteis, de acordo com o espectador.

A adorável, desastrada e gente-como-a-gente Frances Ha dançando nas ruas ao som de “Modern Love”, de David Bowie:


Kristin Scott-Thomas, a mãe mais monstruosa do ano, em Só Deus Perdoa: uma Donatella Versace diabólica, que merecia um filme muito melhor.

onlygodforgives

Este momento de Jogos Vorazes: Em Chamas – a raríssima continuação (de um filme ótimo, diga-se de passagem) que consegue ser superior em todos os aspectos imagináveis.

catchingfire

E, finalmente, Emma Watson genial nesses três segundos de The Bling Ring – A Gangue de Hollywood. Em matéria de entonação, eis a frase do ano!

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